21 de out de 2018

A arte de ser


Nada de novo se faz, tudo é uma repetição de errôneas escolhas. Outrora, o mundo era pintado em tons de preto e branco. Aquarela fez-se, em canto,  poesia, arte e beleza. No meio de névoas tenebrosas a beleza nasceu. 
Se esse é o momento em que fecharemos os olhos à nuvem tempestuosa que se aproxima, se esse é o momento em que daremos o nosso último suspiro, outros virão depois de nós. Quando um lápis repousa no canto do papel em um lugar, outras mãos pegam suas penas e alçam voo. 
Enquanto houver uma alma vivente, há de haver um sonho, uma fagulha de esperança. Pó de estrela que somos encontraremos uma forma de voltar a brilhar. Não desistiremos de ser.

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