14 de ago de 2012

Fome


Ânsia que me consome as entranhas.
Meu corpo padece em tortura,
Minha pele necessita do teu toque,
A espera do momento pra essa cura.

Todo cheiro que te lembra me esmorece
Os meus lábios estão sedentos da tua boca
Tão longe do teu alcance só padeço
 Cedendo a esses instintos feito louca.

Cada fibra do meu corpo te deseja
Com a fome de um náufrago perdido.
Cessarei essa agonia angustiante
Ao devorar-te tal qual fruto proibido.

Quando unidos decifrarmos o infinito
E a tua pele for pra minha manto sagrado
 O teu suor for o balsamo do meu corpo
E a fome eu saciar com o meu amado.

7 comentários:

  1. Ah como tenho vontade de saciar essa fome!
    Não só carnal, mas interiormente.
    Preciso de ser completada pelo meu amado.

    Bjoks

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    1. Jaqueline

      suspeito que essa fome seja insaciável rsrsrs

      milhões de beijos

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  2. Lindo amiga. Adorei. Que você tenha um bom dia. Beijos!

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    1. Elen

      um bom fim de semana pra ti
      ;)

      milhões de beijos

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  3. Juliana, sua poesia é um banquete!
    Necessitamos saciar a fome, porque é uma necessidade inerente à vida. (risos)

    Beijos.

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    1. Nilson

      Se minha poesia é um banquete, tenha certeza que escrevo pra quem sabe apreciar seu sabor. E me alegro demais que vc a entenda tão bem!

      ^^

      Milhões de beijos

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