11 de jun de 2012

Meu caminhar é errante.


Meu caminhar é errante.
Parte do todo que fui, para o que ainda não sou.

Faz curvas na minha existência. Levanta poeira onde passa.
Descortina o reflexo no espelho, o ser por trás da imagem...
Que indaga.
Que erra.
E erra outra vez.

Desses passos que não vejo forma-se a história que deixo.
Nos tantos silêncios e falas, nas frases soltas ao vento,
No próximo passo a ser dado, pois se pouco sei desta estrada,
De mim é que eu não sei nada!

9 comentários:

  1. .


    Melhor do que o resultado
    daquele ato é uma amizade
    que se tem, que se preza
    ou se recebe.

    Um beijo do,

    Palhaço Poeta






    .

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  2. Linda tua poesia,Juliana!!um lindo dia,beijos,chica

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    1. Obrigada Chica!

      Tomara seja mesmo lindo.

      :)

      Beijos

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  3. _De mim é q eu não sei nada...Belo, adorei seu apoteótico final, vc foi intensa do inicio ao fim e esta é a magia de cada poema, a carga de emoção q ele transmite, adorei, pra vc bela poetiza bjos, bjos e bjosssssssssssss

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    1. Sei que depois de um comentário doce desses, nao tem como eu nao escrever mais feliz! rs Um singelo obrigada, nao expressa minha alegria. rs

      Beijos

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  4. 'Sou errada, sou errante, sempre na estrada, sempre distante'
    Sabe, essa musica fala bastante sobre mim e lendo teu poema, vi uns pedaços de mim ali também...
    Beijocas Juli

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    1. Nesses caminhos a gente se perde,
      tropeça,
      erra,
      cai,
      e perde de novo,
      mas também se acha.
      Encontra,
      acerta,
      levanta.

      Beijos

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