9 de jun de 2012

Mais uma vez

"Escrevo pra não deixar passar,
pra guardar sorrisos e mudar caminhos.
Escrevo pra (você) não esquecer quanto tempo faz."
Priscila Rôde


Sei que na vida, às vezes, acontecem esses encontros mágicos. Duas pessoas que caminham para destinos diferentes. Duas pessoas completamente diferentes, se cruzam... Um salto no escuro. Um pulo no abismo. Uma marca eterna no coração. E então a despedida. O seguir em frente na estrada escolhida. O adeus.
 Quantas eternidades cabem no encontro de duas mãos? E quantos abismos cabem entre a saudade e o vazio? Um coração que ama o impossível não mede o tempo pelos segundos de um relógio. O tempo é milimetricamente calculado pelos silêncios.
 Quem dera que antes do adeus houvesse um abraço acolhedor. Quem dera que a esperança não tivesse voado pra tão longe. Então numa dessas curvas ou encruzilhadas da vida, dois corpos se reconhecem, duas almas se acariciam e o tempo pede licença para ser eterno, mais uma vez... 


Um comentário:

  1. Pelos desencontros e despedidas. Porque dói quando somos forçados a seguir vazios.

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