27 de out de 2011

Sem razão!


Nos meus sonhos há um desenho
De uma repetida cena.
E quando acordo, sou tão pequena,
Por não ter o que dormindo tenho.

A pele amada tocando minha face,
Teus lábios provando os meus,
Meus dedos entre os dedos teus,
Perdidos nesse momento fugace.

Sem razão, sem dilema.
Seguindo os impulsos que temos
Fazendo o que de fato queremos
Livres de qualquer algema.

Entre o desejo e a fome de ter
Nossa alma e pele nua
Eu feliz por finalmente ser tua,
Tu encantado por eu te pertencer...

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