28 de jul de 2011

Soneto à volta



Retroceder do alto
Diversas vezes na vida.
Com requintes de homicida,
Lançar-me em livre salto.

Muda ao apelo conhecido:
Avisos de cuidado à alma,
Novo dano, o velho trauma.
 Dorme falsamente esquecido.

Beber do néctar proibido,
Pronta para atingir catarse
Com o coração de fé embebido.

Voltando ao início que finda.
Pois mesmo que clichê a frase:
 “Por amor tudo vale”. Ainda é linda...

5 comentários:

  1. As vezes, me pego retrocedendo, mas acordo a tempo de nao ter que me embriagar de amor de novo...bjin...maravilhoso!

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  2. Por amor tudo vale! Sem amor não vale a pena viver! Beijos. Au revoir :)

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