2 de jul de 2011

Meretriz do riso



 Veste tua máscara de felicidade
E sai espalhando teu riso,
Pelos laicos dessa cidade
Vai tecendo teu improviso.

Ninguém precisa mesmo saber
O que povoa teu íntimo.
Ou qual a medida do teu sofrer
Que o vejam como ínfimo.

Um pequeno átomo do que é.
Já que a sinceridade era porto
Da tua intensa maré.
Mas agora tens outro conforto:

Sair vendendo falsa alegria,
Como quem o corpo vende.
Espalhando fantasia
Pra quem fingi que te entende.

6 comentários:

  1. fizeste uma leitura da banalidade da sociedade atual.
    beijos querida ju e obrigado pelos comentários.

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  2. Que doce este teu cantinho.. flutei e já estou seguindo... Olá sou a Lindalva da Ilha, idealizadora do ostra da poesia e vim firmar que teu voto foi computado com sucesso para o pena de ouro... Beijos e afagos no coração!
    Mas não sairei antes de te convidar para a segunda fase do pena de Ouro, basta enviar uma das tuas poesias para meu email :-)

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  3. Lindo, mas nem sempre se veste a fantasia certa, as vezes, fica algo a mostra e a mulhar perde o contexto...bjin

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  4. Linda poesia!
    Obrigada pela visitinha!
    Vou entrar em contato sim com a Elaine, também estou anciosa por minha nova casinha.
    Bom final de semana.
    Fica com Deus.
    Beijocas...

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  5. Lá diz o ditado..."Quem vê caras , não vê corações"!
    Nunca sabemos o que vai por dentro dos outros!

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  6. Lindo demais!E as vezes agimos assim...
    Beijinhos

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Me conta tua impressão sobre o que leu, que eu te conto o que tua impressão me causou.

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