18 de jun de 2011

Chão.


Se o canto cessa e a poesia morre.
Terá alguma promessa valor?
E dia e hora pra que pereça o amor,
Como a chuva que do céu escorre.

De voar seca o sol as suas asas.
E o Mar rouba-lhe o folego sem dó.
Sufocada de liberdade sente-se só,
E fere o peito e arde em brasa

Ingerindo em gotas o fel amargo
De implorar por afeto e respeito.
E se rasteja o pássaro (me indago):

Não será a hora de voltar ao chão?
Voltar a face ao eterno eleito?
Àquele a quem pertence o coração...

5 comentários:

  1. É sempre hora boa para aquele encontro desejado...

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  2. Querida Ju!

    Não há benção maior do que sua existência, obrigada por estar comigo mesmo estando ausente daqui.

    beijooo.

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  3. "Se o canto cessa e a poesia morre."
    Não podemos deixar morrer nossa poesia...ela nos torna pessoas especias...por isso q vc é uma delas...
    Bjssssssssss

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  4. Gostei dos teus novos textos
    beijos querida

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  5. JU, suas poesias são sensíveis e belíssimas. Adoro parar aqui e ficar lendo.

    E tb adoro seus comentários..rsrsrs...não sei pq mas o carinho tb é recíproco viu? Gosto de vc! Me parece que vc irradia luz e uma energia boa e contagiante. Mesmo longe da pra sentir isso! Espero que um dia possamos nos conhecer

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