16 de mai de 2011

Irremediável.


Escrito por Juliana Lira & Paulo Roberto

Lua:
O que queres é mortal,
Pra meu coração sereno,
Não suporto outro final,
Já provei do teu veneno.

Sol:
Ha quem pertence o amanhã?
Nele devemos pensar?
Prove o sabor da romã,
Antes de o mesmo julgar.

Lua:
Não julgo sem ter um norte.
Senti o veneno em mim.
 É como o beijo da Morte,
Doce- ardente e leva ao fim.

Sol:
Sem remédio acredite,
Envenenada já esta,
Por mais que ainda relute...
O beijo jamais negará.

Continua...


Poema feito em parceria,
título escolhido pelo Sol
*Paulo Roberto ou Sol  é o poeta do blog Palavras Apenas... Palavras Pequenas. Passa lá...

4 comentários:

  1. Juliana minha querida,que dialogo interessante este, fico a esperar a proxima fase.
    beijos minha querida

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  2. Sandrio cândido.

    Rsrs Há pelo menos mais um. Espero que gostem, terao outras parecerias em comemoraçao ao aniversário, mas Sol e Lua já sao conhecidos deste blog.

    Milhoes de beijos

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  3. Nem imagina a beleza contida nas entrelinhas de cada verso deste poema, tantos desejos contidos, proíbidos, tantas realizações apenas imaginadas e jamais vivídas.
    O céu nunca existiu sem o Sol e ou a Lua.
    Beijos astronômicos.

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  4. Grazie Sol!

    Amazing...

    Um eclipse é sempre algo lindo de se ver.


    Milhoes de beijos

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