23 de mar de 2011

Para trás!



Morte ao passado.
Que fique em segurança,
Longe das minhas lembranças,
Esteja sempre enterrado.

Deixo a decepção e a dor
Para quem isso quiser
Sirvo em uma bela colher
Se alguém assim propor.

Mas de minha parte basta!
Deixo para trás o que ouvi,
Sou livre do que prometi.
E se vier cobrança o tempo afasta.

Seguirei o meu caminho
Mas não como um monge
Voarei o quanto mais longe
Livre que nem passarinho.


Juliana Lira

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