18 de jul de 2010

Rito eterno.

Escirto por Juliana Costa de Lira

O ritual ainda é o mesmo
 Na caixa mágica do meu peito,
Nossos passos no embalo perfeito,
E os sonhos flutuando a esmo.

Ainda dançamos na chuva.
Você me pega pela mão,
Então sussurra a velha canção,
Que se encaixa feito luva.

E o silêncio nos invade, te chamo,
Teus olhos ternos fitam o meu
E eu sorrio porque te amo.

Ouço o rito, nunca me canso de ouvir.
A canção que a alma regeu,
Findará quando o eterno se extinguir...

6 comentários:

  1. AMIGA QUE POEMA ROMÂNTICO E APAIXONANTE DE SE LER.PARABÉNS BELO POST.UM DOMINGO CHEIO DE AMOR.BEIJOS QUERIDAAA!!!

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  2. Querida Jú, mais um lindo poema...Beijocas

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  3. ju, será apenas quando tu mesmo esquecer, posto que o eterno só acaba quando esquecemos.

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  4. Lindo demais Ju......
    Pensando aqui......acho que o meu ritual ainda é o mesmo......mesmo eu não querendo que seja........
    Beijos e bom fim de semana.

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  5. uau Ju, fiquei encantada lendo esse poema...rsrsrs...ai ai, o amor é tão belo não? rsrsrs...e que bom saber que está tudo bem, me preocupo com vc, apesar de não te conhecer, sinto muita afinidade e gosto de vc e da sua alegria e das suas lindas poesias. Tenha uma ótima semana!

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