6 de mai de 2010

Infinito particular...

Escrito por Juliana Lira & Leo


Em cada pessoa há milhões de galáxias,
Um infinito particular, um mundo de descobertas.
Milhares de sentimentos e emoções
Despertados através de fortes impactos.

Diversos rostos, formas e cores, procurando:
Descobrir na escuridão o brilho estelar,
Encontrar abrigo em um olhar, em uma palavra
E sair valsando pelo universo, guiando cometas... 

*´¨)
¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨)
(¸.•´ (¸.•`ღ*


Leo é um viajante desse universo que chamamos vida, e aqui ele planta as sementes que encontra entre estrelas, cometas e corações humanos...

11 comentários:

  1. Já fui lá conhecer o blog do Leo, gostei amiga.

    beijooo.

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  2. Lindo o texto e o blog do Leo tb.... e eu adoro essas duas palavras juntas.... "infinito particular".... tanto que é nome do meu blog ne?rss
    Beijos linda.

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  3. somos viajantes do universo...adorei esse poema!

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  4. Muito interessante o poema, pelo tema e pela composição, de facto cada pessoa é um mundo infinito e particular!...Tanto a descobrir, a descodificar, começando em nós mesmas, muitas vezes a sensação é de um labirinto e por labirintos entramos tentando descobrir os outros!
    Bjs,
    manuela

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  5. Adorei o convite pra escrever o poema contigo,
    minha contribuição foi minima, mas gostei. :)

    Um beijão, Ju.

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  6. Olá, Juliana!

    A cada dia seus textos ficam mais bonitos... e desta vez enriquecidos pelo Léo! Parabéns aos dois!

    Bjs.

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  7. Pretendo meu infinito descobrir logo logo...


    Beijos!

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  8. ...
    Muito bem, menina.
    Beijos pra vc.
    ...

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  9. Um feliz dia das mães, beijo Lisette.

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  10. Profissão Mãe.


    Uma mulher chamada Ana foi renovar sua carteira de motorista.
    Pediram-lhe para informar qual era sua profissão.
    Ela hesitou, sem saber como se classificar.

    "O que eu pergunto é se tem algum trabalho", insistiu o funcionário.
    "Claro que tenho um trabalho" exclamou Ana. "Sou mãe!"

    "Nós não consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa", disse o funcionário friamente.

    Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.

    "Qual é a sua ocupação?" perguntou.
    Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora: "Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas."

    A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar pra o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.
    Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.

    Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.

    "Posso perguntar" disse-me ela com novo interesse "o que faz exatamente?"

    Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder: "Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa).
    Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas).
    Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?).
    O grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24)"

    Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária, que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente abriu-me a porta.

    Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com

    Do andar de cima, pude ouvir meu novo experimento - um bebê de seis meses - testando uma nova tonalidade de voz.
    Senti-me triunfante!

    Maternidade... que carreira gloriosa!

    Assim, as avós deviam ser chamadas Doutora-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas, as bisavós Doutora-Executiva-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas e as tias Doutora-Assistente.

    Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras, Doutoras na Arte de Fazer a Vida Melhor!

    (Marcelo Dias).

    beijooo.

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  11. Na viagem do tempo as teorias são quase um desabafo a incompreensão do amor. Um bj moça!

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